A geração Y e as finanças

Vamos ver o que as pesquisas nos dizem sobre a geração Y e as finanças publicado 20 de fevereiro de 2017.

Você já deve ter lido vários artigos sobre a geração Y. Todos têm uma opinião sobre os conhecidos “millennials”, as pessoas nascidas entre 1980 e 1997. Os estereótipos são muitos: eles são dependentes de tecnologia, impacientes, avessos à hierarquia e adeptos de soluções de baixo custo. Mas também é verdade que a geração Y inicia sua vida adulta em meio a um mercado difícil e uma crise financeira.

Como esse jovem se comporta em relação à sua vida financeira? Como ele lida com as perspectivas do mercado? E como ele pode garantir um futuro financeiro melhor? Vamos ver o que as pesquisas nos dizem sobre a geração Y e as finanças:

Como a geração Y vê suas finanças?

As pessoas dessa geração, que hoje têm no máximo 37 anos, são céticas. Elas não acreditam no sistema bancário tradicional e dizem que os bancos não oferecem nada de diferente ou inovador. Por isso, uma em cada três está disposta a mudar de banco nos próximos 90 dias! Elas acreditam que uma inovação pode vir de fora da indústria bancária tradicional, por empresas de tecnologia, como Google, PayPal, Amazon ou Apple.

A geração Y também é cética em relação à segurança social. Uma parte significativa acredita que não terá os mesmos benefícios de aposentadoria que seus pais. Apesar disso, eles confiam que podem melhorar seu futuro financeiro. O plano não costuma ser economizar, mas sim ganhar mais dinheiro. Mais de 70% se sentem seguros de que podem alcançar esse objetivo, mas têm consciência das dificuldades e não querem correr riscos.

Talvez por isso essa geração seja vista como investidores conservadores. Quase metade dos millennials nunca se sentiu confortável para investir nos mercados de ações. Isso se deve, especialmente, porque poucos têm uma boa educação financeira. Dos jovens de alta renda, apenas 19% afirma ter um bom conhecimento sobre investimentos.

Mas os planos para o futuro podem acabar sendo apenas planos: mesmo planejando metas financeiras, a maioria não tem planos de ação para alcançá-las. Enquanto 68% quer economizar para as férias e 66% para comprar um carro, 64% pretendem economizar exclusivamente para a aposentadoria. O consumo imediato se torna mais importante.

Quer saber como reverter esse quadro e realizar suas metas financeiras?

Como podemos melhorar?

O primeiro passo para começar a poupar, investir ou melhorar sua vida financeira é decidir suas prioridades. Sabendo o que é mais importante em sua vida, você pode decidir para o que vai poupar, onde vai investir e o que vai fazer para chegar aos seus objetivos. Depois disso, você deve se organizar e planejar suas metas. Ponha seus ganhos e gastos no papel para poder analisá-los e não perder o controle.

Uma boa ideia é automatizar sua poupança. Se você ganha um salário todos os meses, descubra como pode automatizar o depósito em sua poupança. Ou trabalhe com um plano de previdência que todo mês cobre o mesmo valor. Assim, você vai acabar poupando um valor por mês sem perceber e vai ter o retorno futuro, quando se aposentar.

Mas é melhor dica é descobrir o quanto você pode economizar. Comece com pouco e vá aumentando. Vá descobrindo qual é seu limite e o que você pode fazer para economizar mais. Viver o agora é importante, mas garantir um bom futuro tem muito valor. Controle suas finanças e aproveite tudo que sua geração pode oferecer!

Via Pravaler

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